Olha, eu sei que o barco tá furado e sei que você também sabe, mas queria te dizer pra não parar de remar, porque te ver remando me dá vontade de não querer parar também.Tá me entendendo? Eu sei que sim. Eu entro nesse barco, é só me pedir. Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou. Faz tempo que quero ingressar nessa viagem, mas pra isso preciso saber se você vai também. Porque sozinha, não vou. Não tem como remar sozinha, eu ficaria girando em torno de mim mesma. Mas olha, eu só entro nesse barco se você prometer remar também! Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes. Mudo o visual, deixo o cabelo crescer, começo a comer direito, vou todo dia pra academia. Mas você tem que prometer que vai remar também, com vontade! Eu começo a ler sobre política, futebol, ficção científica. Aprendo a pescar, se precisar. Mas você tem que remar também. Eu desisto fácil, você sabe. E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir. Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo pra te ver todo dia. Mas você tem que me prometer que vai remar junto comigo. Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que afundar junto e descobrir que é possível nadar junto. Eu te ensino a nadar, juro! Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças! Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser a toa, que vale a pena. Que por você vale a pena. Que por nós vale a pena. Remar. Re-amar. Amar. Caio Fernando De AbreuApenasouça o seucoraçãotheme de minhasmemoriaspostumas, com base de antigones, alguns detalhes de fascinadaporestrelas, inspirado em m-a-r-e-s-i-a, deslocado e é claro, noheartgirl. Não copie, ou eu denuncio seu tumblr e tiro ele do ar, rs.
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Don't know what's going on , Don't know what went wrong ,I still can't believe you're gone (8
(Source: touchmeharrystyles, via nuvem-cintilante)
1 day ago · 18,662 notes · originally from touchmeharrystyles
- Ele: Posso te fazer um pedido?
- Ela: Pode.
- Ele: Fica comigo pra sempre?
- Ela: Você vai acabar enjoando de mim.
- Ele: Impossível.
- Ela: Por quê?
- Ele: Você bebe água todo dia?
- Ela: Sim, a água é essencial pra vida.
- Ele: Você também é essencial para minha vida.
1 day ago · 378 notes · originally from heroi-insubstituivel
É foda quando você não sabe o que fazer né? (umapequenapoeta)
1 day ago · 28,912 notes · originally from umapequenapoeta
Conhecendo melhor o casal sabedorias e umapequenapoeta.
sabedorias e umapequenapoeta namoram a cinco meses,mesmo com o preconceito das pessoas por terem uma diferença de idade e morarem longe um do outro os dois ainda estão firmes juntos, porque o que sentem é maior do que qualquer julgamento da sociedade, veja melhor a historia contada por sabedorias:
“Era madrugada de um fim de semana qualquer, uma daquelas em que a gente fica até 5 e meia da manhã online no Tumblr. Sabe, fazendo nada de útil, só passando o tempo. A gente mal se conhecia, a gente nunca tinha se falado. Um seguia o outro, mas nem asks tínhamos trocado até então. Que tempo perdido, não é? Mas foi assim. Ficávamos respondendo asks, e um dia começamos a dar reply nas asks respondidas um do outro. Fazendo brincadeiras e falando como quem não imaginava que um dia passaria de “brincadeira”. Ela me dizia “Let me love you?” e eu dizia “Eu leto”, digitando como quem responde com vozinha de bebê que ainda está aprendendo a falar. E no mesmo fim de semana a gente se aproximou. Por causa das asks, das replies. E de repente trocamos MSN, e de repente de meros followers um do outro, nos tornamos “amigos”. Sim, amigos entre aspas. Porque no fundo era mais que isso. A gente se dava tão bem, a gente se fazia dormir sorrindo logo nos primeiros dias, a gente acordava sorrindo, e aos poucos íamos percebendo que nada daquilo era tão em vão assim. E um “let me love you” brincando, acabou tendo um significado verdadeiro. Enquanto eu dizia que deixaria ela me amar de brincadeira, a gente começava a se gostar de verdade. E a gente abandonou tudo. Qualquer amor passado (por mais que recente), qualquer ligação com outra pessoa. Tudo. A gente simplesmente se jogou um pro outro, apenas na esperança de que desse certo. E fomos. Eu pedi ela em namoro algum tempo depois, e sem pensar duas vezes ela aceitou. Nunca faltou assunto, e mesmo sendo virtual, a gente se conhecia mais que pessoas que nos viam todos os dias. A gente nunca tinha se tocado, mas o que sentíamos um pelo outro crescia cada vez, se tornava cada vez mais verdadeiro. Melhores amigos e namorados talvez. Combinação perfeita, a gente praticamente não se desentendia. Era raro, de tão bem que a gente se dava. Mas tá, não era tudo tão perfeito assim. As pessoas sempre julgaram. Sempre. Seja pela diferença de idade, ou até mesmo pela distância. Seja pelos julgamentos ou pelos mal entendidos. A gente sempre recebia asks de gente julgando, xingando e tentando acabar com tudo. Mas a gente era maior que isso. Bem maior. A gente terminou um tempo depois, por medo da gente nunca conseguir se ver, por medo de nunca dar realmente certo. A gente ainda precisava de uma garantia, de pelo menos mais algum indício, sabe? Por mais que no fundo, bem no fundo, a gente soubesse que seria. Mas em momento nenhum a gente deixou de se tratar da forma como a gente sempre se tratou. O rótulo “namorados” desapareceu por alguns dias, mas em nenhum deles a gente deixou de ser. No fundo a gente continuava sendo o que sempre fomos. Foi aí que a gente voltou. Foi aí que a gente percebeu e teve a certeza de que éramos a pessoa certa um pro outro, de verdade. Ficamos juntos novamente. E tudo melhorou. Como se desse um sentido a mais em tudo. E deu. Os julgamentos continuavam, as críticas, o preconceito. Mas passava. Algumas coisas doíam na hora, mas como eu tinha dito acima, a gente sempre foi bem maior que isso. Era uma legião de pessoas tentando acabar com o que era mais que firme pra se deixar cair. E a gente continuou de pé, independente de tudo. Na escola, eu fazia questão de contar pra todos os meus amigos que a gente namorava. Eu dizia com orgulho que eu namorava à distância, e todo mundo ria de mim dizendo que eu nunca veria ela ou dizendo “como pode namorar alguém que sequer beijou?”. E eu nem fazia questão de responder. A gente apenas ignorava e pensava “Espera pra ver então.” E no dia 19 de Maio de 2012, a gente finalmente se encontrou. 5 meses de namoro, e uma história a ser completada. E conseguimos. A gente se sentiu pertinho pela primeira vez, embora nunca estivéssemos longe peito a peito. A gente se abraçou, e fizemos questão de nos sufocar em cada abraço, de tão apertados que foram. A gente fez questão também de tirar centenas de fotos, só pra provar pra quem disse que nunca iria dar certo, que deu. E entre tanto preconceito, entre tantos julgamentos, entre tantas piadas e gente não acreditando, a gente foi e é feliz. Entre tudo isso, a gente prova que o que diziam ser impossível, foi mais do que possível. E agora a gente continua mais firme do que nunca. Tentando transformar esses 5 meses em 5 anos, 10, 20. Quem sabe mais? Eu lembro de um post que eu vi no Tumblr algum tempo que era assim “Papai, como você conheceu a mamãe?” “Primeiro follow depois asks, filhão.” E que assim seja.”
- Para votar em sabedorias e umapequenapoeta basta clicar (aqui) não perca tempo.(Source: furos-da-dash, via bipolariedades)
1 day ago · 2,051 notes · originally from furos-da-dash
#que lindo estou me sentindo uma forever alone agora
(Source: love-in-black-white, via continue-amando)
1 day ago · 12,330 notes · originally from love-in-black-white